Contrex
domingo, outubro 23rd, 2011Bem bacana essa ação da marca francesa de água Contrex:
[reloaded, renewed and still the same good thing]
Bem bacana essa ação da marca francesa de água Contrex:
Demais esse projeto, em que colocaram um projetor colado no vagão externo de um trem, que foi projetando imagens nos túneis….
Os nossos VJs Brasileiros estão arrasando na Europa e no Leste Europeu. O grupo formado pelos VJs Spetto, ZaZ, RogerS e pelo produtor musical Phantazma, prometem marcar presença mais uma vez na Hungria e na Alemanha.
No começo de abril, os meninos se apresentaram na noite do grande Krafty Kuts, no badalado club Merlin, em Budapeste. E também participaram da festa em comemoração das Eleições Húngaras – Több Technót a Parlamentbe! (“Mais Techno no Parlamento”) com o 3Live! que é a junção de três lives (Phantazma, Zaztraz & Spetto), em que os artistas tocam instrumentos eletrônicos ao vivo. Foi muito darken broken beats, punk eletronik, techno & breakcore em uma apresentação audiovisual com muita energia para os húngaros que estiveram presentes.

VJs Spetto, Zaz e RogerS performam na festa dos Krafty Kuts

3Live em ação: Zaz, Phantazma & Spetto tocam em Budapest
Durante todo o mês, foi realizado o planejamento de um gigantesco VideoMapping no prédio da Estação Ferroviária de Budapeste, obra assinada por Gustave Alexandre Eiffel, responsável pela construção da famosa Torre Eiffel de Paris. O convite partiu do grupo Cinetrip, organizadores do VJ Torna. O VideoMapping faz parte do calendário de atividades do Cinetrip para preparação do VJ Torna 2010.
Além dos Húngaros, os brasileiros prometem agitar Berlim no 1º de Maio, no eclético bairro de Kreuzberg, nas comemorações do Dia do Trabalhador. O grupo se apresenta num dos principais palcos e todas apresentações trazem parte do novo material do 3Live!
O projeto dos artistas conta com o apoio oficial do Ministério da Cultura através do Programa de Intercâmbio Cultural que custeia passagem e hospedagem. E a marca Whisky Passport / Green Project patrocina os gastos com equipamentos e montagem de infraestrutura.
Eu, Denise Lara, como assessora e produtora do grupo prometo deixa-los atualizados sobre tudo que estar por vir….
Eu adoro intervenções urbanas, especialmente as bem-humoradas. Adorei esse coelho branco correndo por Nova York com o “follow me @” atrás:
Essa intervenção marca o lançamento da nova série “Alice”, do canal SyFy, dirigido por Nick Willing, uma releitura moderna de Alice nos País das Maravilhas, de Lewis Carroll.
A campanha de lançamento contou com o coelho branco não só em projeção, mas também com ele em várias situações durante o dia em NY. Confira aqui.
Na última quarta-feira rolou uma palestra no Red Bull House of Art com o AntiVJ, um dos coletivos mais bacanas de VJs do mundo. Além do AntiVJ, passou também por lá o Spetto, um dos maiores nomes do Brasil e o americano Grant Davis, que é um dos artistas do House of Art. Confere aí o rápido bate-papo e o que cada um tem a dizer sobre VJ:
AntiVJ, Grant Davis e VJ Spetto – Red Bull House of Art from Red Bull House of Art on Vimeo.
A The Darkroom é uma empresa de motion graphics da Nova Zelândia que só faz coisas legais. E a última foi esta projeção em um castelo com o tema coração.
Linda.
Uma grande discussão que rola é sobre live, pois o que é um live? Acho bem fácil definir: é tocar a música ao vivo. Aí pode fazer uma listinha de artistas que vale a pena questionar se eles realmente fazem live ou não. Saiu um artigo bem interessante na revista Fast Company questionando como fazer interessante a apresentação com computador (para não ter que discutir se o cara está fazendo ou não um live).
Se o artista está tocando numa festa, isso não afeta de maneira alguma a apresentação dele caso o som seja de sacudir os ossos. Agora pensa num palco grande com o cara lá no meio com uma mesinha na frente. O que faz ser interessante? A revista cita três bons exemplos: Justice, Simian Mobile Disco e Daft Punk, que se apresentam em festivais e tem como suporte um grande apelo visual, que é o que torna o show mais interessante. E para essa lista podemos trazer vários outros nomes que usam e abusam desse artifício. Daft Punk ao vivo eu não sei o que mais me chamou atenção: ouvi-los tocando ali minhas músicas favoritas ou aquela pirâmide monstruosa e uma iluminação surreal.
Mas claro, para isso é necessário uma boa grana extra, afinal conceber tal arte não sai barato. Na minha festa Crash, em que fazemos uma projeção diferenciada, o aluguel de equipamento sai mais caro que o cachê de um bom dj.
A Fast Company comenta sobre o artista Nosaj Thing, que faz um som bem experimental, que nem sempre é o mais fácil de assistir. Para fazer seu show ser mais interessante, ele se juntou a dois artistas, Adam Guzman e Julia Tsao, que fazem a concepção visual e projetam ao vivo durante o show e com um budget bem inferior aos grandes que citei ali em cima. Viva os vjs, que por aqui ainda não são valorizados como deveriam.
Assista a um trecho do show:
Nosaj Thing Visual Show Compilation Test Shoot from Adam Guzman on Vimeo.