Posts Tagged ‘yyy’

Mark Ronson fará show no The Creators Project SP

quinta-feira, julho 15th, 2010

MarkRonson

Eu vou perder e já estou lamentando aqui pelos cantos, dia 14 de agosto o Mark Ronson se apresenta por aqui! Eu vi o show dele em 2009 e me diverti pencas, tanto que adoraria revê-lo. Mas vamos lá aos que estarão por aqui: o The Creators Project é uma iniciativa entre a Vice Magazine e a Intel, que convidou um seleto grupo de criativos com o objetivo de ser um canal de mídia para identificar continuamente e celebrar o trabalho de artistas visionários, independente da área que atuam e funcionar como um estúdio de criação de conteúdo, que visa disseminar novos trabalhos desses artistas e de seus colaboradores.

Nick Zinner's A.D.A.B.A.

Nick Zinner's A.D.A.B.A.

Tudo isso culmina em eventos físicos, que já passaram por NY e Londres, agora aterrissa por aqui na galeria Baró. Além do Mark Ronson, os brasucas Zegon e o Emicida também se apresentam na mesma noite. Além dos shows, o terá também uma obra do Muti Randolph produzida especialmente para o evento, exposição de fotos A.D.A.B.A., de Nick Zinner (guitarrista do YYY); instalação interativa The Digital Flash, da dupla Radical Friends, além de jogos de vídeo game Jetpack Basketball, The Thrill of Combat & NIDHOGG, de Mark Essen.

A festa não será aberta, mas nem por isso você ficará de fora, pois há possibilidade de conseguir ingresso através do site, que fará várias promoções e blogs convidados que também farão distribuição de convites. Coloque aí “Mark Ronson” no radar para não ficar de fora.

Aqui tem um vídeo do Mark Ronson feito exclusivamente para o projeto.

RAC se apresenta hoje na Funhell

sexta-feira, julho 9th, 2010


Funhell Nova Temporada from Marco Wey on Vimeo.

Quando a Funhell decidiu parar, a gente duvidou que seria para sempre. Foi uma maratona de festas numa contagem regressiva, que deixou muita gente se sentindo órfã. Afinal quem seriam os substitutos à altura para agitar as quartas-feiras paulistanas do jeito que só eles conseguiam agitar?

O legal é quando penso mesmo em 2008, quando a festa surgiu e todo mundo duvidou que ia virar. Quarta-feira é um dia bem “brabo” para trabalhar na noite, mas fizeram todas as lições de casa, construíram um público fiel, souberam se promover muito bem e alçaram vôos bem mais altos que outras festas maiores. Eu sou fã do trio Fabricio, Fubah e Pomada, então fiquei feliz quando vi os três estampando a nova revista da Folha, para compartilhar a sua grande volta. E grande mesmo, pois quem já foi no Estúdio Eme, sabe bem do que estou falando.

rac-500

O dia chegou. Hoje a Funhell junta os órfãos, os amigos, os curiosos e festeiros para agitar essa sexta-feira de feriado aqui em São Paulo. Claro que para isso, trataram logo de ter um convidado à altura. Chamaram os americanos RAC (Remix Artists Colletivo), que com certeza você já dançou ao som e não se deu conta, afinal o RAC já assinou remixes para uma porção de artistas como Gossip, Ting Tings, YYY e Kings of Leon, em versões exclusivas. Confere aí e já vai se animando para o que vem por aí:

RAC Portfolio by Remix Artist Collective

No line-up tem também o nosso Database, o trio Funhell e o 4e20. Chacoalha aí, separa o figurino luxo e vai arrasar na pista do Eme, porque a noite hoje promete. Afinal, quem precisa pensar muito sobre amanhã?

Estúdio Eme
Rua Pedroso de Morais, 1036, Pinheiros (próximo a Fnac)
R$35 sem lista
R$20 nomes na lista – email funhell.party@gmail.com

Para quem chegou até aqui, vai uma nova pergunta valendo um par de convites: que atração internacional tocou na Funhell 1.5? A resposta você pode achar por aqui. Você tem até às 17h para responder e vamos sortear entre os que responderem corretamente, um par de convites.

Mixtape no ar

segunda-feira, abril 5th, 2010

Demorou, mas finalmente fiz um mixtape para o Deep Beep. Ao invés de juntar minha barulheira toda, eu preferi focar em vocais femininos e contar minha história através delas.

São mulheres que marcaram minha adolescência, como a Patti Smith, as que me acalentaram nas minhas fossas, como Mazzy Star (e olha que deixei Portishead de fora dessa), que me fizeram rodopiar na pista, como YYY e uma que faz parte da minha trilha da minha história com o Ola, Fever Ray.

Aterrisse lá, baixe e ouça.

Espero que curta.

Yeah Yeah Yeahs – It’s a Blitz

quarta-feira, março 18th, 2009

O novo álbum do Yeah Yeah Yeahs, It’s a Blitz, é para mim um dos melhores lançamentos do ano até agora. De acordo com a banda, o álbum foi inspirado na disco dos anos 70. Hoje vi o vídeo que foi feito para a música Zero, em que Karen O atravessa São Francisco cantando a música, dançando, se divertindo. Como ela mesmo disse, o vídeo mostra o quanto é divertido ser você mesmo. Assista:

Bem que eles poderiam vir tocar por aqui novamente, hein?

Ho ho ho! É quase natal…

quarta-feira, dezembro 24th, 2008

Eu nunca fui de grandes comemorações natalinas, mas gosto do clima de confraternização, de trocar presentes e tomar champagne!

Desejo à todos um feliz Natal!!

Para quem estiver São Paulo, eu convido a ir na nossa festa de natal no Clube Glória, que rola a partir da 1h. Será uma confraternização das festas Crew & Funhell que se reúne com os amigos para fechar 2008 com chave de ouro e claro, muita música boa, diversão e drinques.

Nas pickpus: eu e Fabilipo, Funhell DJs, Daniel Peixoto (Montage), Database, Roots Rock Revolution e Fatu (KOTDF). A parte bacana é que hoje não vai ter lista e todo mundo paga R$ 10,00.

Esperamos todos lá!!! E agora umas canções natalinas para já ir entrando no clima:

Raveonettes – Christmas Song

Raveonettes – Come on Santa

The Knife – Christmas Reindeer

Yeah Yeah Yeahs – AlI Want Christmas

Before Braille – Merry Christmas, I’m Cheating

AC/DC – Hells Bells

The Hives & Cyndi Lauper – A Christmas Duel

Williamsburg, o charme de NY

quinta-feira, agosto 28th, 2008

Eu demorei para decidir ir aos EUA e este ano fui levada para lá pela música, já que o objetivo das férias deste ano era ver Radiohead.

Depois de me esbaldar no Lollapalooza em Chicago, a próxima parada seria NY, que era o único lugar que eu tinha qualquer desejo de conhecer (mas uma preguiça danada).

Sempre que eu pensava em ir para NY, eu pensava em Manhattan e obviamente seus bairros elegantes, mas o choque inicial foi desolador: caí na famosa Times Square e achei tão horrível, que deu vontade de gritar e voltar para Chicago, que foi uma cidade pela qual eu me derreti.

Passado o susto, lá fui eu para o meu lar temporário em Williamsburg, no Brooklyn, que fica do outro lado da ilha. Manhattan tinha ficado para trás. Alguns amigos (chatos) diziam:

- Ahhh, lá é muito longe. O negócio é ficar em Manhattan onde está tudo.

Tudo o quê? Ok… no terceiro dias eu já estava babando por NY e me sentindo em casa. Conhecia todo mundo, andava pra cima e pra baixo, fazia baldeações no metrô num piscar de olhos, tinha referências para marcar encontros e já dominava a cidade que, inteligentemente, tem suas toda numerada.

E nada me alegrou tanto como estar em Williamsburg, que era um bairro que eu não tinha a menor vontade de sair de lá. Pois bem, assim como boa parte dos moradores de NY eu estava de quatro pelo bairro mais charmoso e descolado da cidade.

Obviamente os amigos que ficaram em Manhattan tiveram uma preguiça danada de ter que atravessar a ponte, que na verdade é feita de metrô e é uma estação apenas da ”ilha”. E eles perderam a chance de conhecer um dos lugares mais bacana pelo qual eu já passei na vida.

Há não muito tempo atrás Williamsburg não era o que é atualmente, que nasceu como um bairro industrial e foi um grande celeiro de imigrantes. Nos últimos 20 anos o lado Norte começou a receber vários artistas devido aos aluguéis baratos em espaços muito amplos, que outrora tinham sido fábricas. O bairro é repleto de lofts e foi em um deles que eu fiquei.

Após a invasão artística começaram a surgir galerias, cafés, bares, restaurantes e lojas. Hoje os aluguéis estão nas alturas, por todo canto se vê empreendimentos milionários sendo construídos, mas mesmo assim o bairro mantém seu charme.

Os melhores bares e festas que fui durante minha estadia em NY foi em Williamsburg onde é possível encontrar cerveja em um bar por US$ 2,00 (que com o tip vai para 3,00, mas ainda é um alívio quando não se paga menos de US$ 5,00 numa cerveja em qualquer bar em NY); jantar bem por US$ 20,00; ir nas block parties no final de semana durante a tarde; revirar o Beacon’s Closet, que é o brechó mais incrível de NY e onde arrematei um Ferragamo + 3 scarpins incríveis, além de vários casacos, vestidos e camisetas num gasto total de US$ 200,00; pegar algum show grátis (ou não) no McCarren Park Pool; ver gente mega-fashion a cada metro quadrado e ainda chance de cruzar com Agyness Deyn ou algum integrante do YYY, Larry Tee (que foi quem me hospedou) ou Rapture, que também moram lá.

Aliás, fui vizinha por alguns dias da Agyness, que mora no apartamento debaixo do que eu fiquei, mas não tive tal sorte de cruzar com a diva no elevador, mas entrei numa festa pequena em que não tinha valor de entrada e dei de cara com o Scottie B. tocando.

A minha dica é: se for a NY não deixe Williamsburg de fora do seu roteiro. Pegue o metro linha L e desça na estação Bedford e saia batendo perna. O blog Free Williamsburg é recheado de dicas bacana e se joga porque vale a pena. Se conseguir estadia por lá, sinta-se felizardo! Se quiser se sentir ainda mais em casa, fantasie-se de hipster caso ainda não seja um.

+ fotos